Providing Out-of-Band Connectivity to Mission-Critical IT Resources

ZPE Systems’ Services Delivery Platform: Deploy Any App, Any Time, Anywhere

SDP

Summary

Organizations struggle to manage the hundreds of products involved in enterprise security. Most NGFWs, SD-WAN, pen testers, and on-prem & cloud solutions require hardware platforms to be deployed with the rest of enterprise IT, which creates infrastructure sprawl. This hardware lock-in prevents IT from switching to other vendors and applications, while the technical overhead locks IT teams into performing tedious operational tasks — such as provisioning, installing, and orchestrating dedicated hardware — instead of enabling them to deliver services quickly and focus on providing business value.

ZPE Systems solves this with the Services Delivery Platform. This approach, which Gartner calls platform engineering, facilitates streamlined deployment, activation, and orchestration of services — when and where they are needed — via self-service capabilities and infrastructure automation. The Services Delivery Platform’s open hardware and software directly host VMs, containers, apps, and automation solutions, enabling teams to provide business value through flexible, on-demand service delivery.

Accelerate time-to-market by delivering any app, anytime, anywhere. Download the Services Delivery Platform solution guide to get started.

 

3 Gaps That Will Leave IT Teams Scrambling

Today’s IT teams must maintain a growing infrastructure of on-prem and cloud solutions. These range from physical routers, out-of-band devices, and firewalls, to Zero Trust Security solutions, micro-segmentation tools, and network automation integrations. Despite an abundance of physical and virtual solutions meant to help keep digital services online, many organizations face an overwhelming number of tasks just to sustain everyday operations. 

With the rising risk of recession, organizations will be forced to cut back on resources including staff, training, and tools. This will only worsen the existing challenges teams face in their efforts to maintain their distributed infrastructure. 

In this blog, we’ll explore three gaps that will leave IT teams scrambling and show you several practical approaches to cope during recession. 

Gap 1: Lack of staff

IT teams have been historically understaffed, and most people can remember at least one significant tech worker hiring campaign from the past decade. Today’s CIOs may in fact be facing the biggest talent gap since 2008. For example, in the cybersecurity sector alone, the 2021 (ISC)2 Cybersecurity Workforce Study reported that despite adding 700,000 cybersecurity professionals to the workforce in 2021, there’s still a gap of more than 2.7 million workers globally, 377,000 of which are needed in the United States. 

Trained staff are a must for managing an organization’s distributed sites, especially as team silos disappear and workers are required to have a breadth of skills. Business leaders increasingly need people who are proficient in networking and programming, so they can maintain normal operations while progressing their digital transformation initiatives such as hyperautomation. It’s a challenge that often comes down to hiring new talent or increasing the skills of existing employees, and both of these approaches require plenty of time and money. 

This issue will only worsen with the coming recession as companies begin to tighten their belts and slash budgets. Major brands have already shed thousands of workers this year, leaving IT teams to make due with existing staff numbers or even reduced headcounts. In the simplest terms, the coming recession will leave companies much less willing or able to invest in staff. 

Gap 2: Lack of tools to reduce workloads

Today’s infrastructure incorporates solutions from many different vendors, but the problem is these often come with their own unique tools that are meant to serve only a specific function. Managing SD-WAN, SASE, ZTNA, orchestration, and out-of-band solutions means jumping between disparate tools, many of which lack integration with one another. This complexity leaves operational teams stuck in a reactionary break/fix posture trying to climb mountains of never-ending support tickets. 

To address this challenge, many Big Tech companies empower their IT teams through digital transformation initiatives, such as using automation to achieve a proactive approach. But this requires additional investments in upskilling staff and acquiring adequate automation infrastructure/tools. For many organizations, a lack of money and resources makes this difficult during normal economic conditions, and will only become exacerbated with the coming recession. IT teams will continue scrambling with their inflated workloads.

Gap 3: Lack of trust in automation

Automation can greatly reduce the risk of human error (and subsequent outages) by handling simple workloads, such as device provisioning and firmware updates. However, companies that do have the resources to implement automation also recognize its limitations. Automation solutions that aren’t optimized leave IT teams with mundane tasks like managing, scheduling, and restarting bots. But to even reach this level of automation requires training staff who typically don’t have a background in programming or development. 

These teams will be unfamiliar with NetOps/DevOps concepts. In order to develop essential automation practices, these employees will need to learn through trial and error. This is a problem because most organizations lack the proper automation infrastructure and tools that allow their IT teams to recover from mistakes. Operational teams in charge of keeping infrastructure running often fear automation for this exact reason — if they make one error, there’s the potential that it will bring down the network, lead to unhappy customers, and cost them their job. 

 

BlueprintPDF

Close these gaps with the Network Automation Blueprint

You can close these gaps for good using out-of-band, jump boxes, and tools you already have. After years of working directly with tech giants, we’ve created a best practice reference architecture any company can use to automate their network. This Network Automation Blueprint has been proven by global enterprises to increase capabilities and reduce workloads through trustworthy automation.

CIOs: Tempos difíceis estão chegando. 3 Resoluções diretivas para sobreviver ao inverno da Recessão e Lockdowns

TemposDificies

O índice da bolsa de valores Dow caiu mais de 1000 pontos nesta última sexta-feira de agosto. O mesmo efeito ocorreu em todas as bolsas de valores do mundo. Companhias como Apple, Vale, Google e Netflix reduziram o número de contratações para este ano. Para CIOs, a mensagem é clara: tempos difíceis estão chegando e a recessão poderá vir junto.

Podemos considerar que as receitas das empresas estão ligadas aos serviços digitais e à qualidade da infraestrutura de TI. Em termos simples, rede fora do ar significa queda em receita. Então, quando a economia desacelera, as contratações são reduzidas e aumenta o trabalho das equipes de TI. Os CIOs precisam descobrir como “fazer mais com menos” para manter os mesmos níveis de serviço. Na realidade, todos esperam que o TI mantenha e suporte a estrutura mesmo durante um Apocalipse Zumbi.

Hoje, líderes estão se preparando para estes desafios que estão visíveis no horizonte, sem mencionar riscos de retorno de covid, entre outros. A preocupação é a mesma: manter a rede de dados e comunicações confiáveis, seguras e operando.

Os líderes estão inseguros sobre o futuro.

A incerteza está crescendo nestes dias por conta de possíveis abalos operacionais, como os que ocorreram no início da pandemia em 2020, impulsionada por duas possibilidades:

  • Recessão, a qual os economistas estão prevendo como possível, mais do que apenas um aumento de inflação nos Estados Unidos e no mundo. Isso irá forçar os líderes a congelar contratações e serem obrigados a manter as redes de dados operando com pessoal reduzido.
  • A volta da Covid, que pode incorrer em novos lockdowns com milhões de casos em todo o mundo. Reduzindo a população ativa devido a contaminação de covid. Proporcionalmente teremos menos especialistas, técnicos de campo e de manutenção em atividade, incorrendo em quedas de serviços e queda de receita. Ao CIO perguntarão como ele planeja aumentar a receita de primeira linha, apesar da recessão, com número limitado de funcionários e dificuldade de locomoção. Isso significa que ele precisará de respostas sólidas para três perguntas críticas que surgirão em sua próxima reunião do conselho.

Três perguntas para ajudar os CIOs a sobreviverem aos “Tempos Turbulentos”.

Se eu não posso contratar, como eu posso manter o SLA de nossos serviços de TI internos e para os clientes?

A quantidade de processos e trabalho do time de TI está crescendo exponencialmente desde a mudança de centralizado (ou no escritório) para descentralizado (home office). Existe uma grande quantidade de equipamentos distribuídos por vários Data Centers e escritórios remotos, desde servidores, roteadores, gateways, sensores, infraestrutura de estruturas inteligentes, aplicações de usuários, e claro, firewalls. Além disso, estão levando conteúdo para computação de borda/edge e estruturas de redes 5G que irão necessitar de mais micro e nano datacenters que devem ser mantidos, geralmente remotamente. E com o time de TI já reduzido e carregado de atividades do dia a dia, como gerenciamento de configurações, troubleshooting e recuperação de equipamentos, ficará cada vez mais difícil e estressante receber funções e trabalhos adicionais nestes períodos.

Se o time de TI não consegue acessar fisicamente o equipamento, como manter a disponibilidade?

Como observado no início da pandemia de Covid, as companhias tiveram dificuldades para normalizar a operação das redes até conseguir habilitar todos para um trabalho remoto. Porém, muitas companhias não estavam preparadas e ainda sofrem os efeitos disso. Em um artigo reportado em 2021 sobre empresas de TI, a prioridade era permitir trabalho remoto, porém, 66% delas não estavam conseguindo suportar as atividades e o nível de serviço neste ambiente de trabalho remoto.

As empresas de TI devem estar preparadas para acomodar trabalho flexível para o futuro com qualidade, mas isso normalmente implica em ter pessoal no local, parceiros de serviços, e soluções remotas que inflam os custos operacionais. Desconsiderando lockdowns, acesso físico já é um desafio quando os equipamentos se encontram em locais remotos ou de acesso perigoso ou difícil.

Será que seremos capazes de estar em “compliance” e manter os sistemas seguros?

Muitas quebras de segurança ocorrem, não porque não existem patches ou upgrades, mas porque instalando estes patches podemos incorrer em outros problemas desconhecidos. Muitas empresas continuam rodando softwares muito antigos e sem updates de revisão. Ao mesmo tempo, esperam que estas vulnerabilidades não vão ser exploradas e acabam gerando penalidades e multas para as empresas não preparadas. Em termos gerais, os sistemas sobrevivem sem upgrades, e as vulnerabilidades aumentam com o tempo. A mudança pode trazer perigos que ninguém está disposto a correr sob o risco de não conseguir restabelecer o serviço. Este problema aumenta em caso de menor equipe on-site e acesso ou deslocamento restrito.

Grandes empresas de tecnologia conseguiram resolver este desafio.

As grandes empresas de tecnologia sempre conseguem despontar durante as crises e emergir mais fortes. Como? Porque elas compreendem que precisam dar poderes as áreas de TI para se prepararem para estes desafios que sempre ocorrem. De acordo com o Gartner, o melhor jeito de se preparar é investindo na transformação digital do ambiente de trabalho. Mas o que quer dizer exatamente isso? Como CIO, você tem uma grande distribuição de equipe para abraçar toda a infraestrutura. Com isso, fica difícil definir os passos estratégicos e táticos. Respondendo as três questões abaixo, seu time de TI saberá como conseguir se preparar.

O Grande Segredo das Grandes: Plano para Automação de Rede.

Muito melhor do que tentar descobrir ou inventar a sua própria estratégia de resiliência, existe um modelo que as grandes empresas de tecnologia usam durante os períodos recessivos. Ele é composto de duas soluções que podem ser combinadas inteligentemente, que incluem:

  • Um nível de orquestração da rede de dados, que serve como meio de automação básico, intermediário e entreprise das tarefas de TI.
  • Um nível de automação de infraestrutura, que permite aos engenheiros de suporte executarem remotamente gerência e serviços de automação que normalmente requerem presença física no site.

Existem mais de 10 componentes de automação e orquestração requeridos para efetivamente implementar esta modelagem da automação de rede. Mas os times de TI já estão acostumados com estes modelos e processos. Isso inclui atividades como controle de versão de sistemas, orquestração, pre-stagging de servidores, conectividade out of band e controle de alimentação de energia, entre outros.

Mas a parte mais importante está na modelagem, respondendo a três questões que vão aparecer durante as reuniões de diretoria, e definem exatamente como atingir a resiliência e confiabilidade da rede.

Se eu precisar congelar as contratações, conseguiremos manter os serviços de TI confiáveis?

Resposta: Nível de Orquestração – Isso é fundamental para reduzir as atividades manuais de TI, mas a maioria das companhias está relutante em usar automação porque eles não têm as ferramentas apropriadas que podem ajudá-los em se recuperar em caso de erros catastróficos. A chave para isso é possuir o nível de orquestração colocado no topo do nível de automação de infraestrutura.

Isso irá ajudar a diminuir o trabalho do time de TI e servir como um gatilho de segurança contra erros de automação.

Se TI não consegue acessar o equipamento fisicamente, como manter a disponibilidade?

Resposta: Nível de Automação de Infraestrutura – Gerência fora da banda IP (Out-of-band /OOB) é um componente crucial deste nível. OOB não é uma tecnologia nova, porém disponibiliza serviços permitindo aos engenheiros de TI terem uma completa presença virtual muito além do padrão de acesso na porta serial. As novas funcionalidades do OOB são detalhadas no modelamento, e incluem acesso adicional 4G/5G ou WIFI, com QoS & SD-WAN, múltiplos tipos de interfaces para se conectar em todos os equipamentos dos sites, e controlar logicamente as portas de alimentação permitindo executar um ciclo remoto desliga/liga.

Seremos capazes de estar em “compliance” e manter as atualizações de segurança em dia?

Resposta: Níveis de Infraestrutura de Orquestração e Automação trabalhando juntos para atingir as necessidades, automaticamente instalando updates de segurança e patches em toda a infraestrutura de redes.

Fazendo isso, garante que o time de TI possa verificar as configurações antes e depois delas serem implementadas, sem precisar de pessoal no local. Com os scripts e controles de alimentação OOB os engenheiros podem fazer o update de SW dos equipamentos remotamente para manter o “compliance”, mesmo em arquiteturas de rede distribuídas. Performando esta função via Out of Band (OOB), remove-se a ansiedade em se usar automação, pois patches com comportamentos estranhos podem ser desinstalados e trazer a infraestrutura ao estado online anterior.

Blueprint

Inscreva-se para receber este Plano.

Grandes companhias de tecnologia usam e provaram que este modelo é efetivo. Nós, da ZPE Systems, estamos customizando este documento com nossa engenharia para que você consiga explorar todos os componentes, junto com os diagramas de referência de implementações reais que ajudaram grandes companhias durante os períodos de crise.

Inscreva-se e receba este documento.

ZPE Cloud – Silver Peak and Palo Alto Networks Edge Deployment

Want to know how to set up a Silver Peak appliance and Palo Alto Networks firewall? In our latest video, Director of Solution Engineering Rene Neumann walks you through how to easily create an edge platform using the Nodegrid Gate SR and ZPE Cloud.

This hardware and cloud platform gives you:

SD-WAN capabilities, allowing you to simultaneously connect to Ethernet, fiber, and cellular
Enterprise-class firewall, allowing you to secure all traffic into and out of your edge site

These Silver Peak and Palo Alto templates are available to all customers, and make it easy to deploy and configure virtual machines necessary for edge sites.

Get a hands-on demo

Want to see how easy this is to deploy in your environment? Click the button below to set up a one-on-one demo with Rene himself.

Reliable Infrastructure for the Internet Association of Australia

Thumbnail – IAA Case Study

The Internet Association of Australia, or IAA, operates an Internet exchange network that provides peering, virtual leased line (VLL), and cloud access services throughout Australia, with a goal to create better, 100% reliable Internet for the country. Internet peering is the building block of what makes up the Internet, and is critical for businesses, public organizations, and individuals to connect to valuable digital resources. This means the proper critical infrastructure must be in place to support the growing demand for everything from web hosting, to education, video streaming, gaming, and the myriad of other digital services.

But for IAA to keep up with their performance targets — which aim to provide 100% availability and 900Gbps speeds during peak times — they must sustain their infrastructure with frequent improvements, updates, and modernization efforts. This means constantly evaluating which equipment supports their goals, and which equipment holds them back.

IAA’s existing network management solution reached end of life and became the focal point of this dilemma. With 35 distributed locations containing Arista, Cisco, and Extreme Networks, and Juniper equipment, not to mention numerous server resources, IAA required a new network management solution that could provide fiber connectivity and true lights-out management to keep their infrastructure operational around the clock. This involved overcoming the following obstacles:

  • Achieving a true out-of-band management network separate from the production network, to provide management access in case of routing errors
  • Providing a fully remote virtual presence at all 35 points of presence
  • Providing remote upgrades to network switches and servers, with the ability to remotely recover from failed upgrades, configuration problems, and human error
  • Running tools locally for packet capturing and troubleshooting
  • Enabling automation for fast deployments and reduced human intervention

IAA addressed their problems by deploying the Nodegrid Net SR and Nodegrid Gate SR. Read the full case study using the link below.

Get a Custom ROI Analysis For Your Environment

Contact us to see how much you can save by implementing Nodegrid. Whether you’re replacing EOL gear or need a resilience solution to eliminate truck rolls, our engineers are ready to evaluate your environment. Get in touch for your custom ROI analysis.